Em janeiro, exportações sergipanas somaram US$ 8,5 milhões

Análise realizada pelo Centro Internacional de Negócios – CIN/SE, da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), com base nos dados do Comex Stat, sistema para consultas e extração de dados do comércio exterior brasileiro, disponibilizado pelo Mistério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, apontou que as exportações sergipanas, em janeiro de 2024, somaram US$ 8,5 milhões. O montante registrado representa uma redução de 82,3%, quando comparado com o mês anterior, dezembro último.

No período analisado, dentre os 19 produtos sergipanos destinados ao mercado internacional, destacaram-se Suco (sumo) de laranja, não fermentados, sem adição de álcool, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes, congelado, totalizando cerca de US$ 6,1 milhões em exportações – responsável por 71,6% do valor das exportações –, seguido de Outros óleos essenciais, de laranja (US$ 859,5 mil) e Outras preparações alimentícias (US$ 403,5 mil). Esses três produtos juntos compreenderam 86,5% da pauta de exportações do estado, no mês analisado.

Os principais destinos dos produtos exportados pelo estado foram: Bélgica (US$ 3,0 milhões), Países Baixos (Holanda) (US$ 2,3 milhões) e Estados Unidos (US$ 1,2 milhão).

Importações sergipanas em janeiro/2024

Em janeiro, as importações totalizaram aproximadamente US$ 15,1 milhões, com a aquisição de 219 produtos dos fornecedores internacionais.

Dentre esses produtos, destacaram-se as compras de Ureia, mesmo em solução aquosa, com teor de nitrogênio (azoto) superior a 45 %, em peso, calculado sobre o produto anidro no estado seco, com US$ 3,7 milhões – responsável por 24,6% das importações; Diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico ou monoamoniacal), mesmo misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico ou diamoniacal) (US$ 3,0 milhões); e Sulfato de amônio (US$ 825,0 mil).

Quanto à origem dos produtos adquiridos, os principais países fornecedores foram: China (US$ 3,7 milhões), Nigéria (US$ 3,1 milhões) e Rússia (US$ 3,0 mil).

A balança comercial fechou o mês de janeiro com saldo negativo de quase US$ 6,6 milhões. Esse saldo resulta da diferença entre o montante de exportações e importações no período.[1]

 

 

 

 

 

 

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